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O QUE É CLARINADA?

clarinada, nos tempos antigos, era usada para anunciar a chegada de imperadores, reis, rainhas criando um momento solene.

Transportando a tradição da clarinada para o contexto do casamento, neste momento cria-se uma expectativa e anuncia a entrada da pessoa mais esperada da festa, a noiva.

O noivo também é importante, claro, mas muitas vezes as pessoas consideram que fique exagerado e muito longo o momento das entradas fazendo clarinadas aos 2, noivo e noiva, portanto é mais comum que somente a entrada da noiva seja precedida dela. Mas, sim, algumas vezes usa-se um tema mais marcial e solene para a entrada do noivo, como por exemplo a clarinada Clarins de Roma, ou geralmente o noivo gosta de escolher uma música que marque sua personalidade, sendo seu tema favorito ou que remeta a algo que goste muito seja um filme, esporte, série, enfim, cada um com sua característica. Já as noivas, geralmente mais tradicionais, escolhem a clarinada seguida da Marcha Nupcial.

 

A clarinada recebe esse nome pois era executada por um instrumento antigo chamado clarim, com menos recursos. Hoje, ele foi substituído pelo trompete triunfal, que mantém a mesma imponência e beleza.

 

Clarim

 

 

Trompete triunfal

Orquestra para casamento - Animato Indaiatuba

Aqui estão algumas das clarinadas mais executadas:

Clarinada de Mahler: A clarinada de Mahler é um trecho extraído da 1ª Sinfonia de Gustav Mahler, também conhecida como Titã, composta entre 1884 e 1888

 

Clarinada da Rainha Elizabeth: De compositor e história desconhecidos, dizem ser a clarinada tocada no casamento da rainha Elizabeth, mas nenhuma fonte segura.

 

Tannhäuser: Trecho de uma ópera de Richard Wagner tem como questão central o amor carnal versus o amor puro

 

Clarins de Roma: Autoria de Max Steiner, frequentemente confundida com Verdi. Foi composta em 1962 para o filme Rome Adventure, em português: Candelabro Italiano

Also Sprach Zarathustra: Poema sinfônico composto por Richard Strauss, em 1896, inspirado no tratado filosófico de Friedrich Nietzsche. A introdução ficou mundialmente conhecida por ter sido usada na trilha sonora do filme 2001: Uma odisseia no espaço.

 

Prince of Denmark’s March: Também conhecida como Trumpet Voluntary,foi criada po Jeremiah Clarke e é comumente atribuída a Henri Purcell, erroneamente.  Ficou famosa em casamentos após ser usada na cerimônia de Charles, Principe de Gales e Lady Diana Spencer, na entrada da noiva.

 

Quando a noiva escolhe o trompete triunfal como um dos instrumentos de sua formação musical da Animato Orquestra e Coral, durante a cerimônia o trompete poderá executar demais músicas, não sendo usado apenas para a entrada da noiva como se imagina, dando uma sonoridade mais vibrante e descontraída às demais músicas.

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